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Algumas coisas parecem estar escondidas da gente nesse mundo tão grande.

(Claro que algumas dessas coisas estão “escondidas” da nossa geração apenas, mas estamos loucos para conhecer!)

Uma dessas coisas lindas e (aparentemente) escondidas é: Celso Adolfo!

Celso Adolfo é músico mineiro, de São Domingos da Prata. Sua história como tal começou em 1983 e de lá pra cá já passeou algumas vezes para fora do brasil com suas belíssimas canções.

Celso Adolfo

Seu primeiro trabalho, “Coração Brasileiro”, foi produzido por Milton Nascimento, um dos fundadores do Clube da Esquina (mas essa é outra história).

Mas porque mesmo estamos falando de Celso Adolfo?

Em seu CD “Voz, violão e algumas Dobras” (lindo nome) foi gravada uma canção daquelas de encher a alma. E para nossa felicidade, Samuel Rosa participa dos vocais e guitarra.

A música é “Poteiro”.

Mpb raiz, até um pouco puxada para moda-de-viola, fala de passarinhos, dores e cores. Fala de Antônio Poteiro, de telas, de potes de barro.

A música é inspirada em Antônio Poteiro.

Antônio Poteiro

Antônio Batista de Sousa (Antônio Poteiro) nasceu em Santa Cristina de Pousa (Portugal) a 10 de Outubro de 1925. Ceramista, escultor e pintor, ainda criança veio para o Brasil e morou em São Paulo e Minas Gerais. Passou um ano e meio na Ilha do Bananal entre os Carajás e hoje vive em Goiânia onde tem o seu ateliê.

Aos 84 anos (e meio) ainda faz seus trabalhos, cada dia mais criativo e viceral. Ganhou diversos prêmios e até documentários.

Veja a letra da música, ela enche a alma:

“POTEIRO”

Eu voei foi num passarim de Poteiro
Passarim de Antônio Poteiro
Voei, voei, voei demais

Pote de barro de Antônio Poteiro
Águas do Brasil inteiro
Um riacho vinha de Minas Gerais

De um gole só eu bebi cada uma das cores
De um gole só minhas dores
E um vento varreu no planalto central

Canta na tela um passarim de Poteiro
Céu do Brasil inteiro
O azul espichando o planalto central

Asas de barro no pote de Antônio Poteiro
Anjos do Brasil inteiro
Uns tão voando pra Minas Gerais

Fizemos um vídeo para ilustrar a música. Nesse vídeo colocamos mais fotos de Celso Adolfo, Antônio Poteiro e suas obras.

Atualmente, Celso Adolfo está trabalhando na divulgação de seu CD “Estrada Real de Villa Rica”, inspirado na Estrada Real e contendo músicas e arranjos da época do ouro em Minas Gerais.

Para saber mais de Celso Adolfo indicamos:

Site Oficial: www.celsoadolfo.com.br

Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Celso_Adolfo

Para saber mais de Antônio Poteiro, veja:

Site Oficial: www.antoniopoteiro.com

Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Poteiro

Em breve novas descobertas do Pessoal Skankarado! Mande sugestões pra gente!

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Ísis

O querido, amado e idolatrado baixista mais paraLELO desse universo está completando mais um aninho de vida. E é lógico que nós do Fã-Clube Skankarados não deixaríamos essa data passar em branco, não é mesmo? Com vocês, um pouco mais do querido Lelo Zanetii.

Marco Aurélio Moreira Zaneti, mais conhecido como Lelo Zaneti (São Domingos do Prata, 26 de dezembro de 1967) é capricorniano e atleticano  baixista do Skank, a nossa

banda querida. Além disso, o filho da D. Dulce fez curso de tradutor e intérprete e possui título de doutor em física (é, o cara não é fraco não). No mundo da música, além de tocar baixo, Lelo fez aula de piano, baixo acústico, canto e também toca contrabaixo. Co-autor das músicas Te Ver (Calango), Canção Noturna (Maquinarama), Resta Um Pouco Mais (Cosmotron) e Garrafas (Carrossel), Lelo gosta de investir no lado mais instrumental das canções do Skank e adora os sons da Elis Regina, dos Strokes e é claro, dos Beatles.

Antes de entrar para o Skank, Lelo tocava em outra banda de pop rock mineira. Boatos dão conta de que ele e o Samuel se conheceram enquanto o moço comia um pão de queijo, deliciosa e tradicional iguaria mineira.

E quem é que não se lembra da figura misteriosa vestindo um roupa 100% reciclável na capa do Calango, segundo álbum do Skank? Pois é, era o nosso querido Lelo: A capa do disco foi desenvolvida por Jarbas Agnelli a partir das criações de Ilson Lorca, artista carioca que produz fantasias de carnaval a partir de garrafas de plástico. O artista e a fantasia – usada por Lelo Zaneti no material gráfico – estão no livro Na Lona, de Rogério Reis.


Para o Lelo, algumas músicas e referências são inesquecíveis:

Música para animar a festa: Taj Mahal do Jorge Benjor

Música para estrada: É fácil continuar, do Cachorro Grande, banda que ele também gosta muito.

Música para ouvir a dois: Gostava tanto de Você do Tim Maia

Música para relaxar: Seus Passos, do Skank! (aaaaaeeeee!!!)

Revelação Musical 2009: LCD Soundsystem

O Clássico dos Clássicos: We are The Champions do Queen

A canção que ele gostaria de ter feito: Alegria, alegria, do Caetano Veloso

Um show inesquecível: Hollywood Rock 94

Lelo é casado com a Riva Ranieli e tem três filhas trigêmeas: a Sofia, a Estela e a Maria Vitória.

Reza a lenda que as duas canções favoritas do Lelo no mundo dos Beatles são “Got to Get Into My Life” e “Strawberry Fields Forever”. Aqui, o clipe de Strawberry.

Parabéns Lelo, querido! Tudo de bom para você e que você continue sendo o baixista mais ParaLELO do universo! Nós te amamos

Equipe FC Skankarados

Com o apoio da Rakky e da Dedé

Fazemos desse post nosso presente de Natal a todos os amigos Skankarados que nos acompanharam nesse ano tão especial e intenso…….


Conhecer Chico Amaral é indescritível. Ele é, nada mais nada menos que, a pessoa que descreve sentimentos e fatos de nossas vidas, que escreve as letras das músicas que nos abraçam em momentos difíceis ou nos jogam para o alto para grandes pulos de felicidade. Sua simplicidade, seu jeito instigante e simples de ser nos faz ter certeza que só mesmo uma pessoa assim poderia ter esse dom de criar coisas tão lindas.

No decorrer da entrevista, Chico conta um pouco de seu trabalho como músico e letrista, como conheceu Samuel Rosa e como esssa parceria começou. Conta da inspiração para algumas letras, como Macaco Prego e Jackie Tequila, conta de suas músicas e músicos preferidos. Responde a perguntas dos fãs. Tudo que um jeito muito descontraído e mineiro de conversar!

A seguir transcrevemos fielmente o áudio da entrevista que foi realizada com ele no dia 02 de abril de 2009, em Campinas, SP, momentos antes do show Singular no evento Conexão Vivo.

Show Singular - Conexão Vivo - Campinas, SP

Ísis: Bom, hoje estamos aqui com o Chico Amaral que gentilmente atendeu o pedido do Fã Clube Skankarados pra responder algumas perguntas pra gente. Por coincidência ele veio aqui pra Campinas e eu pude falar com ele pessoalmente. Então vamos lá: Chico Amaral, é um prazer estar aqui com você!

Chico: O prazer é todo meu!

Ísis: Por favor, se apresente, conta pra gente sobre sua formação, os instrumentos que você toca, sobre seus principais trabalhos, tanto passados quanto futuros e atuais.

Chico: Eu sou de Belo Horizonte, além de parceiro do Samuel Rosa do Skank, eu sou parceiro de um monte de gente, depois a gente vai ter tempo pra falar das minhas parcerias e eu me considero basicamente um músico, acima de tudo um músico. Eu toco saxofone, estudo piano, pra poder compor, toco flauta, toco guitarra. Aliás aqui em Campinas eu vou acompanhar a cantora Marina Machado que vai participar do meu show, e é isso.

Chico Amaral, Ísis (Skankarados), Marina Machado e Paulinho (naipe Skank)

E reconheço que o trabalho que me deu uma projeção assim no Brasil foi o de letrista, foi esse trabalho principalmente, mas eu estou muito voltado pra música. No decorrer da nossa entrevista a gente vai colocando outras coisas.

Ísis: Atualmente você está trabalhando no seu álbum Singular que é o seu terceiro CD.

Chico: Isso! Mas só pra frisar, o meu principal instrumento é o saxofone. Eu trabalho cotidianamente nesse instrumento, procuro tocar o máximo que eu posso e tal. Capaz de eu dar até uma canjinha depois do show aqui em Campinas, me chamaram. Eu estudo muito improvisação, estudo muito isso, jazz e tudo. Mas eu quero fazer um trabalho brasileiro, meu trabalho tem influencia do jazz, mas, assim, não sou nem negão, nem americano, eu sou brasileiro e quero fazer música brasileira. Mas o sax é que é o meu enfoque na música que é o que eu mais faço e estou mais apto a fazer alem de letrista, né?

Ísis: Letrista incrível!

Chico: O Chico Amaral começou fazendo isso e depois que as pessoas começaram a conhece e reconhecer: “Ah lá! o Chico toca saxofone!”. Eu me lembro o Ed Motta uma vez ele me falou, eu fiz umas canções com ele e ele falou: “Eu não sabia que você era saxofonista! Eu adoro sax, meu sonho era tocar saxofone e você do meu lado e eu sem saber que você tocava assim, ninguém me contou!”. Foi assim, as pessoas começaram a descobrir aos poucos.

Ísis: Atualmente é o CD Singular, que é o terceiro trabalho. Me conta como está a divulgação desse trabalho. Hoje você veio aqui tocar o CD Singular né?

Capa do CD Singular de Chico Amaral

Chico: É. Bom, eu estou tendo o privilégio de fazer um trabalho com minhas composições que são basicamente instrumentais. Eu tenho feito muita música instrumental e o CD você vai poder ver: tem uma música lá que o Samuel participa de uma faixa lá que é Bodas, que está na camisa dos Skankarados. E eu morando em BH que tem sido um dos principais centros de musica instrumental do país. Essa é uma realidade.

Ísis: Seria a próxima pergunta aqui, que é pelo fato até surpreendente que um letrista tão incrível fazer um CD instrumental. Quando você fala para um fã de Skank, por exemplo, que o Chico Amaral tem um CD, mas a grande maioria das músicas é instrumental, todos de mostram surpresos já que estamos falando de um letrista tão incrível!

Chico: É uma loucura!

Ísis: Como você explica isso? E até as músicas que vocal não é você quem canta, mas eu já te vi cantando!

Chico: Eu gosto muito de cantar, na minha família sempre teve roda de violão, eu toco violão e eu conheço uma infinidade de canções ne? De MPB e a gente sempre teve essa coisa com canção. Nesse CD tem só 3 canções e só. Duas tem letras minhas. Bodas é letra e música minha. Boca é música minha e letra do Leo Minax que um parceiro meu que mora em Madrid, rapaz de Belo Horizonte. E a outra é Tempo de Samba é ao contrario, é uma letra minha e música do Leo Minax. E eu botei pra não me afastar totalmente, não haver esse estranhamento que você apontou. O Chico é cancionista, é letrista e tal, e o CD dele é só instrumental. Mais pra evitar essa historia, mas evidentemente a ênfase recai sobre a musica instrumental que é o que eu estou interessado em mostrar nesse momento, mas eu não nego a canção, não pode, eu adoro e eu ate acho a musica instrumental que eu faço é irmanada a canção, ela segui uma linha próxima da canção e tem outros instrumentistas brasileiros que fizeram isso. Por exemplo, o Baden Powell, a musica instrumentais dele todas eram canções, com berimbau. Eu sigo um pouco essa linha.

Veja o Chico soltando a voz nesse vídeo:

Ísis: Aqui é uma pergunta do Íbs, nosso amigo de Pernambuco, ele pergunta: Qual é a sua melhor composição dentro e fora do Skank?

Chico: Dentro do Skank, de sopetão assim, eu gosto muito de lembrar de Três Lados e de Canção Noturna. Gosto muito dessas musicas, eu acho tanto letra quanto música instigante. Instigam assim, são daquelas musicas que me dão orgulho é daquele tipo de música que o criador tenta alcançar sempre, mas nem sempre ele alcança. Mas no caso dessas músicas a gente alcançou, em Três Lados e Canção Noturna.

Três Lados:

Canção Noturna:

Ísis: E fora do Skank?

Chico: Da mesma maneira, momentaneamente falando, amanhã eu posso pensar de outra maneira, eu gosto muito atualmente de Boda, é uma canção….

Ísis: Então a gente acertou….

Chico: Acertou…. Tem varias pessoas, vou te contar um caso: uma vez uma radialista amiga minha me ligou e falou: “Toquei essa música sua aqui no rádio, na rádio, não conhecia e tal e quando eu fui anunciar seu nome, a música era tão bonita que eu quase não consegui, fiquei muito emocionada!” Que legal! É uma canção que eu acho boa eu acho que tem uma dose certa de muita coisa, de simplicidade e também de sofisticação. Eu gosto muito dessa canção. E é cantada pelo Samuel Rosa no meu disco. E agora a gente vai cantar essa musica num show meu em Belo Horizonte e o Samuel vai participar, vai cantar.

Ísis: Só pra esclarecer a história do “acerto”, a gente fez uma camiseta pro Chico Amaral, e pra não colocar uma musica do Skank nas costas, a gente resolveu pegar uma letra do Chico no CD dele, e como é unanimidade nos Skankarados que Bodas é linda a gente colocou Bodas e graças a Deus acertamos!

Bodas:

Chico: E vocês não tinham meu disco, de onde vocês conheceram essa canção?

Ísis: Então, na verdade a gente pega por ai, um manda pro outro, porque é assim…

Chico: Pela rede mesmo né?

Ísis: Quando a gente vê: Chico Amaral, Marina Machado, Samuel Rosa, Affonsinho, os nomes meio que se entrelaçam na história…

Chico: Verdade, eles se entrelaçam…

Ísis: Então a gente vê Samuel Rosa contando uma música que não está no CD do Skank, a gente vai procurar onde está de quem é. Tem muita coisa no You Tube e é assim que a gente sai procurando.

Chico: Hoje no meu show a Marina Machado vai participar cantando Bodas, e uma música minha….

Ísis: Simplesmente?

Chico: Isso, Simplesmente que é minha e do Samuel, que o Skank também não gravou e que a gente estava vendo a Marina cantar lá em BH num show e o Samuel virou pra mim e disse: “Ô Chico, eu não sabia que essa música era boa!” (risos) Eu falei pra ele: “Eu também não!” Porque o jeito que a Marina tratou a música, pra gente ela ficou excelente! Hoje ela cantará essa e também Panamericana que também está no trabalho dela e é uma música minha.

Simplesmente:

Ísis: Continuando: encontramos seu nome na vida do Skank desde o primeiro álbum, de forma independente, como que começou essa parceira?

Chico: O Samuel tinha uma banda que se chamava Pouso Alto, reportando assim rapidamente, eu mesmo fico tentando descobrir fatos, e pra mim eu tenho pra mim, amanha pode mudar, que eu tenho pra mim que o Skank é um projeto do Fernando Furtado com o Samuel Rosa, basicamente isso. O Fernando propôs isso, colocou na cabeça do Samuel e os dois foram à luta e efetivaram essa banda que por sorte e também talento acabou acontecendo no cenário musical brasileiro. Antes do Skank eles tinha uma banda chamada Pouso Alto na qual o Fernando participava com a mesmo função de conselheiro, de empresário, de agitador, de crítico, entusiasta e foi nessa fase ainda que eles me procuraram pra fazer algumas letras pro Pouso Alto. O Samuel conta uma história ótima que a primeira notícia que eu dei pra eles quando eles me convidaram, eles me mandaram umas canções e uns esboços de letras, que eu não os conhecia, nunca tinha trabalho com eles. Aí eu liguei pra Samuel, ou ele me ligou, e ele perguntou: “E aí Chico? O que você achou das músicas do Pouso Alto?”; “Olha Samuel, eu achei muito ruim viu?”, falei pra ele pacientemente, mineiramente, “Eu achei muito ruim” falei pra ele: “Vamos fazer assim, eu te mando umas letras, porque eu não quero trabalhar nessas letras suas não, eu prefiro começar do zero e te mandar umas letras que eu for fazendo aqui”. Eles não me conheciam e ele diz que ficou assim meio chocado né? “Cara de pau!”.  Aí eu mandei, não me lembro qual, mas pode ter sido Réu e Rei ou Baixada News pode ter sido, que entraram no primeiro disco, e ele fez rapidamente as musicas e um dia eu estava gravando num estúdio em BH e ele me ligou, as pessoas me chamaram, “Telefone pra você!” e era o Samuel: “Eu fiz aquela música, acabei fazendo” e ele cantou assim no telefone mesmo. Eu me lembro de ter falado pra ele: “Olha Samuel ficou legal! Ficou parecendo Jorge Ben! Um som swingado! Gostei!”. E assim foi, continuamos compondo e a historia foi acontecendo.

Um momento inesquecível da minha vida!

Ísis: Assim a pergunta da Ana Skank, do Fã Clube Skanbelô, já foi respondida que era “como você conheceu o Samuel”. Então essa parceria e conhecer o Samuel aconteceram ao mesmo tempo.

Chico: É importante dizer aí que eu tinha uma parceria com o Affonsinho, eu vinha nesse momento, em 90 um pouco antes eu vinha fazendo musicas com o Affonsinho que é um músico, guitarrista, cantor que foi pro Rio de Janeiro e trabalhou numa banda que se chamava Hanói Hanói que o Fernando Furtado gostava muito e tinha o Affonsinho que era um elo de ligação com Belo Horizonte que ele toda vida morou lá em BH. Então o Affonsdinho foi procurado pelo Fernando, que eles lá no Hanói Hanói tinha um letrista, não era não, eu não compunha com o Hanói Hanói não só com o Affonsinho e depois do processo do Hanói Hanoi. Tinha um letista lá que se chamava Tavinho Paes, um letrista do Rio e o Fernando queria colocar o Samuel tabelando com o Hanói Hanói e parece que o Affonsinho falou assim “Tem um cara lá em Belo Horizonte que você tem que procurar que é o Chico!” e encheu minha bola, que a gente era parceiros e esse gesto de generosidade dele ele perdeu o casamento musical dele comigo. Uma cilada do destino eu acabei virando parceiro musical do Samuel e a gente acabou ficando muito voltado um pro outro. Porque passei sei lá quanto tempo, quase 10 anos assim, só compondo com o Samuel. Então foi mais ou menos isso. Era importante a gente falar do Affonsinho.

Chico Amaral

Ísis: Em algumas entrevistas o Samuel até gravou até um videozinhos, não sei se você viu, explicando cada letra do CD novo o Estandarte. E em um deles ele disse que gosta muito das suas letras e que ele considera politicamente incorretas. Ele lista Garota Nacional, Vou Deixar e desse CD novo Escravo. A pergunta é se você também as considera politicamente incorretas?

Chico: Ah! Estou gostando dessas perguntas viu? Porque essa coisas a gente não fica pensando, mas a gente pensa em outras também, por isso que é bom conversar. O artista também tem seu mundinho então eu estou gostando de pensar nisso. Eu as considero politicamente incorretas e sempre me atraiu isso na criação!

Ísis: E todas elas sempre fizeram muito sucesso. Escravo ainda não é, mas quem sabe, a esperança… os fãs têm essa esperança!

Chico: Escravo me lembra também essas musicas meio anedotas, como Zé Trindade que também são policamente incorretas. O Zé Trindade é esse personagem politicamente incorreto, trapalhao, mulherengo, mas a mulher dele dá a maior dura nele, ele morre de medo, obedece. O personagem do Escravo é totalmente submisso a dona dele a soberana…

Ísis: “Lava as costas dela” (risos)

Chico: É… “Lava as costas dela” (risos) e fuma umas ervas assim mágicas assim….

Ísis: “por uns salões”

Chico: Isso, por uns salões por ai, meio malandro!

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[veja vídeo o Samuel falando sobre "Escravo" no site oficial do Skank]

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Ísis: Continuando ainda nessa linha: o Felipe que é do Fã Clube Los Skankeiros de Salvador, ele pergunta: No ao vivo o Skank conta que a inspiração da musica Jackie Tequila foi um vídeo pornô!

Chico: Foi! Mas, na verdade, eu não lembro!

Ísis: Tem mais alguma composição para o Skank que tem uma historia assim curiosa?

Chico: Tem, tem varias! Por exemplo, Macaco Prego!

Ísis: Ah! Eu Adoro! “Oh! Damas de Ondulante Cabeleira!” É ótimo!

Chico: É! O Haroldo namorava uma menina lá em Belo Horizonte, que tinha uma ondulante cabeleira de fato, e um dia, depois do primeiro show do Skank, eu me lembro muito bem desse primeiro show. Esse primeiro show, foi a primeira vez que o Skank subiu num palco e apresentou o próprio repertório, lá em Belo Horizonte, preparando uma ida à São Paulo. Aí depois desse show, numa mesa de bar, o Haroldo contou essa historia: que ele tinha uma namorada, e um belo dia ele foi ver o macaco-prego lá no viveiro que eles tinham que a mãe dele tinha na casa dela, Dona Lígia. E o macaco, sem vergonha, chegou, viu a Amanda*, ficou louco e se masturbou e teve um orgasmo assim, em meio segundo tudo isso aconteceu. O frenesi do macaco foi tão intenso assim que, ele ficou tão apaixonado pela Amanda* que… Oh! Acabei entregando o nome da Amanda*, eu não queria não! Ela é muito amiga nossa! E eu achei essa história ótima, e falei ainda na mesa do bar: “Não, isso é ótimo! Vou ter que fazer uma música com isso!”.  Aí a história vai contando do macaco, “aceite essa singela homenagem”, né? Muito sem-vergonha!

Ísis: (risos) Verdade!

Chico e seu sax

Chico: E a Jackie Tequila, alguém tinha visto um filme pornô, eu vou entregar aqui porque são meus amigos, se eu não me engano foi o Lelo. Que tinha um filme que se chamava Ninfeta Curiosa. E eu achei o nome bom assim, nome besta assim, ridículo, e engraçado, politicamente incorreto. Aí eu lembro que eu anotei no rascunho que eu fiz num caderno. Eu tinha um caderno grande, hoje eu só faço letra no computador, o que é pior porque eu tinha um rascunho que era tudo rabiscado e era mais interessante, no computador você vai apagando assim né?

Ísis: Perde uma idéia, né?

Chico: As vezes em vez de apagar eu ponho ponto e virgula, pra ter um rascunho, aquele monte de frase eu ponho ponto e virgula. Aí Ninfeta Curiosa eu anotei, eu lembro te ter anotado Ninfeta Curiosa, Jackie Tequila, graças a Deus não entrou o nome  na letra assim… mas devia ter entrado, eu tentei até, num comentário meio Jorge Bem assim, “Ninfeta Curiosa” aquela coisa só assim como Ben Jor faz….

Ísis: Ao fundo?

Chico: É, é, meio falado, assim né? Mas aí o Samuel já tinha feito a musica, ele achou que não precisava entrar, já estava pronta! É uma letra muito legal, eu gosto muito de Jackie Tequila também!

Ísis: Faz muito sucesso até hoje, está presente em todos os shows.

Chico: Eu tinha lido o livro do Paul Gauguin, que chama Noa-Noa, contando da estadia dele no Taiti. Aí eu peguei muita coisa desse livro, e dessa descrição. A Jackie Tequila tem horas na letra dela que é a garota do Tahiti, uma nativa assim, aquele negócio de canoa, sol do Tahiti, Nôa-Nôa também a letra fala ne? “Foi nascer em uma canoa em Noa-Noa”, isso é por causa desse livro do Gauguin que é muito legal, ele até casou com uma tahitiana, ele queria abandonar a cidadania européia, e foi pra lá. Mas a historia dica triste porque ele casou com essa moça ai ele tem que voltar e não volta com a menina não.

Ísis: Nessa mesma linha aqui, do livro e tal: de onde vem essa inspiração para as letras tão bonitas, frases tão bem sacadas?

Chico: Vem de um livro, de um jornal, como Baixada News, foi uma reportagem que eu li, contando a historia da Zilda. Vem de filmes. No Carrossel se eu não me engano, tem uma música que chama… Xi! Esqueci o nome da música! Não é aquela das noites não! Peraí que você vai me ajudar, ela fala assim de um hotel, de uma esquina, da tarde. Deixa eu lembrar, depois a gente vai lembrar, a gente volta ai.  Foi inspirada no filme do Antonioni que se chama “O Passageiro: Profissão Repórter”. Essa musica é legal, ela é meio Beatles, meio… depois a gente lembra senão a gente vai só nesse negócio [depois lembramos, é "Panorâmica" do Carrossel]. E também eu me inspiro muito em canções assim, em outras coisas, Bob Dylan. O Mandraque por exemplo eu me inspirei numa canção dos Beatles que se chama “Come Together”, do Abbey Road,que descreve um tipo assim excêntrico. Eu não entendo assim o inglês tão profundamente

"O Passageiro: Profissão Reporter" de Antonioni

pra entender essa letra não mas eu tenho a impressão que esse personagem do John Lennon é excêntrico assim, uma coisa de cigarro assim, da roupa, e eu sempre gostei muito dessa musica. Bob Dylan também tem umas letras assim que ele descreve tipos extravagantes, mesmo assim sabe? Tem uma letra do Dylan que ele fala assim: “O que que você achou de eu e meu amigo vestido não sei como e eu não esse cinto de couro de jacaré em volta da cabeça”. Eu vi a imagem assim, que legal! Essas coisas sempre me influenciaram um pouco, o Dylan e o John Lennon, essas idéias e tal.

Ísis: Falando em inglês, a Lívia Leão de Santo André, pergunta se você acha melhor compor em inglês e passar pro português ou escrever direto em português? Provavelmente ela pergunta isso pela versão de Tanto, que era I want you e virou tanto!

Chico: Tanto é uma das primeiras musicas do Bob Dylan que eu me apaixonei, essa musica de certa forma criou a figura do Dylan pra mim, o mito dele, do artista que ele é. Eu acho que o Bob Dylan é uma figura mitológica, como Charlie Chaplin, Carlitos. Ele criou um personagem fabuloso, um trovador dos anos 60, das esquinas, solitário e afiado com um olhar, uma percepção muito aguda. Bom, o que que ela fala aí?

Ísis: Se é melhor compor inglês e passar para o português…

Chico: No caso de I Want You foi fácil, porque eu tinha a letra na ponta da língua, mas inglês é sempre mais difícil, componho em português mesmo.

Ísis: Teve um tempo, que você fazia parte do naipe de metais do Skank, até 2000, coisa assim né?

Chico: Até 1998.

Ísis: Por que você saiu?

Chico: Eu tive um stress assim muito profundo, por problema assim de viagem, então eu acho que foi por saúde assim mesmo. Era uma loucura! Teve uma vez que eu achei que eu ia morrer assim, dentro do ônibus, fiquei sem ar e não conseguia dormir, estava assim dias sem dormir direito. E também fazendo um monte de bobagem assim pela estrada. Eu fiquei por uma vida saudável! Mais calma! Foi legal porque eu comecei encarar esse negocio do saxofone pra valer. Eu comecei a ver a poesia da musica, e comecei a achar que a poesia da musica era ainda melhor, mais misteriosa, mais traduzível, por ela não usar palavras é uma arte difícil de alcançar assim sabe? Eu tive um pouco essa visão. E eu estudei muito piano assim, musicas de Bach, de Chopin, de Beethoven. Comecei estudar assim a ir fundo no negócio, e

Singular

hoje eu sou mais pro sax mesmo, mas eu estudei muito piano. Foi um pouco mesmo por tudo isso, o stress assim na estrada, muita viagem, eu era o único casado e com filho também, isso pesava muito, eu era o único ali dentro, de toda a equipe do Skank de todos técnicos, roadies, músicos de apoio, eu era o único casado e tinha uma família, com casa, não morava na casa dos meus pais, eu tinha minha própria casa. Isso tudo pesa muito né? Eu estava participando mais da vida deles do que da minha própria família. O Samuel mesmo tinha me falado uma vez, eu sou 10 anos mais velho que o Samuel, e ele é 10 anos mais sensato. Ele me falou: “O que você faz pro Skank é muito pouco pra você, perto daquilo que você pode fazer por aí. Você não precisava ficar viajando assim com a gente”. E também quando eles mudaram, em 90 e tal, 98 e começaram a fazer rock, é verdade também que ele me chamou pra tocar guitarra, isso ninguém sabe. Tenho orgulho de ele ter me chamado, mas recusei porque eu ia ter que voltar ao mesmo processo e eu não quis, mas ele me chamou: “Você não quer ser o guitarrista do Skank não?” É, bem legal!

Ísis: É, aí a gente poderia te conhecer mais facilmente...

Chico: É, é! Mas tem coisas que é melhor você separar logo, pra ficar mais claro e a verdade já se definir com mais rapidez.

Ísis: No final das contas, foi bom né?

Chico: Foi, foi sim! Eu acho!

Ísis: Agora umas perguntas “mais lazer” assim, digamos: o que você gosta de fazer nas horas vagas? Não vale responder escrever!

Chico: Eu ia falar, tocar piano. Gosto de andar na cidade e tomar café. Dar um passeio pra tomar um café assim e ler um jornal. O ócio, sair de tarde, depois do almoço, depois que eu já estudei saxofone, ai dou um giro assim a pé, porque não da mais pra andar de carro na cidade, está tudo engarrafado.

Ísis: Quais são seu cantores ou cantoras nacionais favoritos? E internacionais favoritos? Assim de sopetão de novo né?

Chico: Ah! Internacional, eu vou cair no maior clichê. Eu gosto de música, e música é um fenômeno as

Wayne Shorter

sim que te pega no momento. Não adianta você falar assim que gosta dos Beatles, que as vezes nem os Beatles te pega no momento. E tem horas que você acha que não gosta do Beatles e eles te pegam e você ouve a musica e diz assim: U au! Porque a música é um fenômeno que acontece naquele momento mesmo. Pra mim não importa, eu acho legal você dizer assim: “Eu gosto disso ou daquilo” mas todo momento que você escuta você põe isso a prova de novo. Eu acho que assim que é legal. Um filósofo americano já definiu isso assim: “Sons não são nomes, você gosta dos sons não é porque é o nome”. Ah! Eu não vou discutir isso não! Mas assim, de sopetão, você fala assim, no momento na cena atual? Onde? Ou em qualquer época?

Ísis: Ah! Em qualquer época! Favoritos pra você!

Chico: De qualquer época é mais fácil pra mim! Deixa eu ver, vai ficar assim bem lugar comum mas assim, no momento aqui no Brasil , no momento mas valendo qualquer artista. Puxa vida! Eu vou falar: eu gosto muito dos grandes que eu considero grande assim na musica brasileira, Tom Jobim, João Gilberto, Caetano , Milton. Esses vêm a ser minhas admirações mais constantes. E na música internacional, eu sou muito ligado em jazz, m as não é época de jazz, mas eu gosto de Miles Davis e John Coltrane. Gosto muito do saxofonista mais novo que esses dois que se chama Wayne Shorter que tocou com o Milton Nascimento. Eu até conheci o Wayne, ele estava ensaiando com o Milton. Foi

Miles Davis

a té uma situação ele estava ensaiando com o Milton, ele me viu e disse: “I kow you! Where I saw you before?”. Ai eu não sei, mas eu pensei assim, meu inglês é meio tosco, mas eu pensei assim: “Deve ser de tanto que eu estou te ouvindo lá em casa!” (risos) no disco assim ele me vê ouvindo!

Ísis: (risos)

Chico: Mas fic ava meio complicado dizer isso em inglês, ai eu disse: ”Maybe Rio!”. Eu o vi tocar muitas vezes no Rio, eu ia em shows. E ele todo simpático assim, mas ele é um cara que ele me faz muita a cabeça, eu acho que eu toco parecido com ele! (risos)

John Coltrane

Ísis: É uma inspiração

Chico: É inspiração, isso mesmo, ele tem um jeito diferente de tocar que me inspira muito. Uma inspiração você falou tudo. As vezes eu entro no You Tube e vou ouvir Eric Clapton. Vou ouvir Elton John. Eu descobri Elton John estou gostando do Elton John!

Ísis: Eu ad oro!

Chico: Esses dias eu vi o Radiohead na televisão achei ótimo, então são músicos assim do momento. O que é verdadeiro ali naquele momento você está gostando. Pode ser a Sandy e o irmão dela que são daqui de Campinas, você ouve eles assim e pode está bom está muito legal, está musical, está bem feito. E é isso!

Ísis: Nossa última pergunta é se você gosta de ir a show e qual foi o show mais legal que você já foi?

Chico: Pra ser franco eu tenho gostado de ir ao meu show assim!

Ísis: Que bom! (risos)

Chico: Eu tenho gostado muito de ir ao meu show. Eu não quero ser egoísta não mas eu estou desenvolvendo um certo egoísmo. Agora me lembro sempre do show do Wayne Shorter que eu vi no Rio não esqueço gostei de ver. Estou até ansioso em rever assim porque foi lindo. Mas eu não to gostando muito de ir a shows não. Os shows estão muito massificados, eu gosto de ir a shows pequenos. Gosto do show do Skank! Sabia?!

Ísis: (risos) Eu sou suspeita pra falar né?

Chico: Gosto muito de ver o Skank! Gosto de ver o Skank no Rio em São Paulo. Pra mim é sempre um prazer vê-los e gosto do repertorio, gosto muito do show do Skank, é maravilhoso. Pra mim, viu Ísis….

Ísis: É um vício!

Chico: Sabe que você falou… pode ser isso aí!

Ísis: É muito viciante! É sempre ótimo!

Chico: Pra mim Skank, e eu não to sendo interesseiro, não quero estar sendo cabotino também, mas Skank é uma da melhores bandas pops do mundo, um dos melhores shows, melhores repertórios que eu conheço. Porque a gente vê o Coldplay, o Radiohead, você acha legal, mas você não gosta de tudo da seqüência assim. Show do Skank tem uma seqüência fabulosa. Você vai ouvindo tem essa, tem essa, tem aquela, tem essa também! Mas eu também estou muito próximo assim também, conheço as músicas também, mas eu sempre me surpreendo, como se eu não participasse daquele trabalho. As musicas do Nando, dos parceiros do Samuel, do Rodrigo, muito legais, do César, aquelas canções são lindas né? Sabe que a música do Skank que eu não gosto é Dois Rios, de sopetão. Sou louco por Dois Rios. O Samuel vai participar do meu show eu vou pedir pra ele tocar essa que nem é minha é o Nando com o Samuel e o Lô. E eu acho uma composição linda. Eu gosto da composição que ela é. Linda! Eu gosto daquelas harmonias do Samuel assim. Mas gosto também das coisas mais simples que eu tenho com ele como Três Lados. Ele também gosta.

Ísis: Ele até ja falou que a que ele mais gosta é Três Lados

Naipe de Metais Skank - Década de 90

Chico: É, eu acho que ele tem uma certa frustração, uma pequena, uma ligeira frustração com Três Lados, entendeu?  Que ela não fez tanto sucesso assim. Mas eu acho que ela fez sucesso na medida certa assim ne?

Ísis: É!

Chico: Porque no show todo mundo canta todo mundo gosta

Ísis: Todo mundo canta! Vira a camisa!

Chico: Tira a camisa é! Então ela é um sucesso!

Ísis: Claro!

Chico: Ele queria um sucesso em rádio que ela não foi, é a visão dele assim.

Ísis: De perguntas é só! Você quer falar mais alguma coisa?

Chico: Na verdade eu não quero não porque eu acho que a gente falou bem, de vários assuntos, e eu falei ate de coisas que você não me perguntou.

Ísis: Foi interessante!

Chico: Espero que tenha sido interessante pra quem é fã de Skank tal. Eu também sou fã de Skank, eu tenho uma admiração pelos artistas, aquilo que eles construíram como artistas eu admiro muito. Sempre, me vejo muito eu e o Skank, não nos vejo como uma identidade só não sabe? E sei que a gente tem uma ligação e não acho que uma pessoa que vê a gente ligados esteja errada não. Eu vejo a gente separados como artistas que se encontraram e que não se desencontraram ainda e que tem seus caminhos próprios e suas vidas próprias também. Eu tenho a minha família. A gente está com essa coisa assim, nem sempre está encontrando, encontra pouco e é bom quando a gente se encontra. Talvez eu seja um cara meio sistemático assim, é… fico lá na minha vidinha, não sou muito assim: “Ah! Vamos sair!?”,  “Ah! Galera!”. Então a gente se encontra numa medida boa, sabe? No aniversario de um, no do filho, ai chama a galera. É legal, é gostoso!

Ísis: Então, eu queria agradecer a paciência e disposição em atender a gente!

Chico: Obrigado, foi um prazer! Espero não ter aborrecido ai!?

Ísis: Imagina!!! E agradecer o presente também, o Chico deu o CD Singular pra gente que não é muito fácil de encontrar nas lojas por aqui!

Chico: Não é! Em BH você até encontrar mas por aqui…

Ísis: Não é!

Chico: Ele foi feito com o propósito de registrar o meu trabalho e não de divulgar assim que é uma parte importante mas eu não estou muito voltado pra isso. “Ah! Eu vou divulgar esse disco, eu quero que as pessoas todas ouçam”. Eu tenho objetivo de “essa musica é boa, vou registrar”

Ísis: Que fica pra sempre, né?

Site Oficial Chico Amaral

Chico: O meu propósito foi esse, é como um pintor que pinta

uma tela, e não necessariamente sai por ai mostrando essa tela, faz mil exposições, ele pintou a tela, precisava botar aquele impulso criativo pra fora e pôs.

Ísis: E pra comprar o CD no site do Chico Amaral tem instruções de como comprar em BH, tem telefone, tem email pra comprar das lojas que vendem direto de BH pra quem não conseguir comprar pela internet

Chico: Tem! Tem! Eu vou dizer pra pessoas que nos escutam e nos lêem, enfim, eu não sou uma pessoa que mexe no site e fica ali e coisa não, mas uma hora eu vou dar uma organizada nisso, e isso toma tempo e meu tempo eu dedico a música mesmo, e a compor a fazer, a melhorar também e a tocar. Mas eu vou melhorar isso, pra deixar tudo isso ágil, clicou lá ouve a música. Tem gente

Ísis: Mas o site é bom, tem tudo lá, dá pra ouvir trechinhos das músicas…

Chico: Tem discografia…. tem…

Ísis: Tem fotos antigas muito legais… fotos do Skank, fotos com o Samuel, fotos com todo mundo!

Chico: É, com o Cartola também né?

Ísis: O site é www.chicoamaral.com.br

Chico: A primeira pessoa que eu toquei foi com o Cartola, eu toquei violão…

Ísis: Isso aí: www.chicoamaral.com.br

Chico: Ísis, foi um prazer! Agradeço ao pessoal dos Skankarados!

Ísis: Eu que agradeço o presente! O CD que eu adorei! Autografado e tudo!

Chico: E eu quero mandar um abraço pra todos os fãs do Skank que também que desenvolvem essa afetividade de maneira organizada pelo Brasil a fora. É uma coisa muito legal, muito carinhosa! A gente as vezes não se lembra dessa parte, e não é por arrogância, é só uma questão de modéstia até, você acha que o seu papel é fazer bem o seu trabalho e nem sempre desenvolve esse diálogo com as pessoas como deveria.

Ísis: Mas você atendeu prontamente nosso pedido…..

Chico: Ah! É! Uma das coisas que eu mais gosto é de conversar. Gostei de conversar com você, Ísis!

Ísis: Então vamos encerrando por aqui e até a próxima!

Chico: Até a próxima!

.

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Mais recentemente (07/11/2009), encontramos o Chico em São Paulo, na abertura da Exposição “Guerra dos Emboabas”, onde ele juntamente com Celso Moreira tocaram clássicos da nossa MPB e algumas internacionais também.

Veja as fotos e vídeos desse dia:

Rakky, Celso Moreira, Ísis e Chico Amaral

Celso Moreira e Chico Amaral

Because:

Carinhoso:

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Gostaríamos mais um vez de agradecer toda a atenção que o Chico disponsou conosco nesses dois dias de encontro e dizer que foram dias inesquecíveis!

Reconhecemos que o Skank não seria o que é hoje sem a parceria com o Chico Amaral e que seu talento vai além das letras. Ele é um músico de nascimento e revela a beleza da arte a cada nota.

Fica aqui o convite para todos os Skankarados do Brasil acompanharem o trabalho desse artista que faz parte da nossa história e merece todo reconhecimento e admiração que podemos dar!

Obrigada por existir, Chico Amaral! ♥

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Para conhecer mais do Chico Amaral indicamos:

Site ofical: http://www.chicoamaral.com.br

MySpace: http://www.myspace.com/chicoamaralsax

Entrevista Pão e Poesia 2008: http://www.youtube.com/watch?v=TfZ8kPJwfbA

Entrevista Clube Jazz 2007: http://www.clubedejazz.com.br/noticias/noticia.php?noticia_id=434

Entrevista Clube Jazz 2005: http://www.clubedejazz.com.br/noticias/noticia.php?noticia_id=519

Ísis

Pensaram que nós esqueceríamos?

Se enganaram!

O Skank está concorrendo a uma participação no “Especial Destaques da Redação Oi Fm”. O programa vai ao ar no próximo dia 19 de dezembro, mas ainda dá tempo de votar. É só clicar no banner abaixo e cadastrar o seu e-mail para votar no Skank, a melhor banda.

O segundo prêmio que a nossa banda querida está concorrendo é muito especial. A MTV quer saber quem são os melhores da década em diversas categorias e o álbum Cosmotron, de 2003, está na lista dos melhores na categoria “Disco Nacional”. Então, já sabe não é? Corre e vota!

Bom gente, é isso!

Abraços a todos.

Rakky e Thi

Skankarados reunidos pós show

Sim, nós estávamos lá de novo!

Nem a fila pra entrar, nem a montoeira de gente, nem a espera interminável até que a nossa banda favorita fosse ao palco nos fizeram duvidar: nós precisávamos estar lá, pra sentir de novo a sensação incrível que é um show do Skank.

Ver os nossos meninos mineiros brilhando no SP Mix Festival e mostrando pra todo mundo o seu rock sempre vai nos encher de orgulho.

Somos Skankarados! Com muito amor! Com muito orgulho mesmo!

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SKANK E NXZERO GRAVAM PARA ESPECIAL DE FIM DE ANO DA GLOBO

E a virada de ano de todos os Skankarados terá muita música boa na TV, com a nossa banda favorita. Saiba mais no nosso Fotolog.

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SKANKs SOLIDÁRIOS NO SONORA DO TERRA

Os nossos mineirinhos favoritos também são solidários. A galera do Skank tá participando da Playlist Solidária Sonora. Funciona assim: vários nomes da música nacional lançam músicas pra uma playlist. Cada playlist contém as indicações musicais dos artistas em questão e cada artista pode escolher uma instituição do seu Estado para ajudar. A Playlist mais votada ganhará R$ 75 mil reais para doar a instituição que o artista indicar.

Os meninos do Skank indicaram o Projeto Querubim, com o qual eles já colaboram a alguns anos e na playlist dos meninos tem Coldplay, Jorge Ben, Maria Gadú e é claro, Skank.

E aí, vamos ajudar o Skank a ajudar o Projeto Querubim? Vote agora mesmo na playlist Skank e participe. Clique aqui.

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LANÇAMENTO DO NOVO CD DO LÔ BORGES

Criador do movimento Clube da Esquina, tradicional união musical mineira, e um dos compositores de Dois Rios, além de parceiro do Skank, Lô Borges mostrou pra galera do Rio de Janeiro nos  últimos dias 4 e 5 de dezembro algumas das canções de seu novo CD, Harmonia. Os sucessos consagrados do cantor não ficaram de fora do show, como “Clube de Esquina II”, “Paisagem da Janela” e outras. Saiba mais no MySpace do cantor.

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HENRIQUE PORTUGAL PARTICIPA DE DOCUMENTÁRIO SOBRE O ROCK NACIONAL

Pois é, o nosso querido tecladista deu o seu depoimento sobre o Rock Nacional para o documentário “O Rock Brasileiro”. Além do nosso HP, também participaram do documentário o Fred dos Raimundos, o Dado Villa-Lobos do Legião Urbana, o Erasmo Carlos e a Pitty entre outros nomes do nosso rock´n´roll brazuca! O documentário será exibido no próximo dia 11 de dezembro na Mostra de Filmes da Feira Musica Brasil.

Serviço:

Feira Música Brasil
Quando: de 9 a 13 de dezembro de 2009 a partir das 18:30h
Onde: Teatro Apolo – Rua do Apolo, 121 – Recife Antigo
Saiba mais: http://feiramusicabrasil.com.br/

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NOTÍCIAS DO SUBMUNDO SKANKARADO

  • Veja a citação ao Skank no blog da Rock Music sobre o rock nacional. Clique aqui.
  • Pra quem gosta de vídeos, achamos um link para um trechinho do show do Skank em Campo Grande. Veja.

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PARA ENCERRAR POR HOJE, UM CLIPE BONITINHO

E com vocês, a grande dupla: Samuel Rosa e Marina Machado – Grilos – composição: Erasmo e Roberto Carlos! ^^

Rakky e Thi

Pois é!

Esse é o primeiro post de aniversário do blog dos Skankarados, e vai para uma pessoa muito especial para todos nós: o trombonista Pedro Aristides.

Pedro Aristides

 

Nascido em 29 de novembro de 1980, em Divinópolis  – MG, Pedro Aristides Fernandes de Castro é apaixonado por música e tecnologia. Suas principais influências musicais são J.J. Johnson e Raul de Souza.

É bacharel em trombone pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e participa do Quarteto Trombominas, formado em fevereiro de 2000 a partir da disciplina de Música de Câmara na Escola de Música da UFMG, junto a Marcos Flávio, Sérgio Rocha e Renato Lisboa.A estréia do quarteto aconteceu em outubro de 2002, na Série Concerto no Espaço Cultural Conservatório Mineiro de Música. De lá para cá, os quatro bacharéis em trombone da UFMG já participaram de diversos eventos nacionais e internacionais, inclusive do International Trombone Festival em 2007. Trombominas

Pedro começou a tocar com o Skank em 2003, na turnê do Cosmotron, e até hoje acompanha a banda em todos os shows.

E é por ser parte do Skank, por ser tão legal e divertido e por ser tão simples também que nós dedicamos esse post especialmente para você: PARABÉNS PEDRO ARISTIDES!

Saiba mais sobre o moço no blog: http://pedroaristides.blogspot.com/

Participe também da comunidade no Orkut dedicada aos naipe metals do Skank e da comunidade oficial do Trombominas.

Ah, e como não dava pra passar sem essa, um vídeo de uma das apresentações do Quarteto Trombominas pra vocês:

Beijos Skankarados a todos

Jujuba e Rakky

aAAAAAAAAAAAEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!

 

Hoje tem show do Skank e é claro que os Skankarados estarão por lá!

E como os Skankarados já estão a mil por mais essa chance de ficar pertinho da banda, funçando por aí, encontramos a ordem das bandas que vai tocar no show. Não é nada oficial, mas dá pra ter uma base… vejam:

 

República
Stevens
Hevo84
Skank
Charlie Brown JR
CINE
Pitty
FRESNO
NXZERO

 

Vc pode conferir aqui ou aqui.

 

Abraços Skankarados para todos

 

Rakky, Jujuba e Rafa

Que rufem os tambores!

Que soem os sinos!

Que toquem as guitarras!

Pois é. A diretoria Skankarada tem o orgulho de apresentar os dois mais novos diretores do nosso Fã-Clube: Juliana Moreno e Rafael Levi.

Juliana Moreno

Jujuba 100% Skank e Henrique Portugal

A típica fã que gosta de Skank desde novinha, a Juliana (ou Jujuba 100% Skank, assinatura que a garota usa como sua marca) tinha desde sempre o Calango e o Samba Poconé da época dos lançamentos. Mas a paixão Skankarada da garota começou mesmo quando a escola de teclado onde ela fazia aula sorteou ingressos para um show do Skank e, pela primeira vez em um sorteio, a nossa heroína Juliana ganhou nada mais nada menos que 6 ingressos para o espetáculo. A data? 9/12/2003. O momento? Lançamento do Cosmotron. A Jujuba? Na frente do Henrique Portugal, seu lugar de tradição. A garota ficou tão impressionada com a técnica e com a rapidez do tecladista que passou a acompanhar todos os shows possíveis, sempre na frente do cara que a inspirava. Desse dia em diante, tudo o que se referia a Skank tinha a Juliana no meio. Comunidades, site, fóruns, shows, todos os CDs na coleção, todos os DVDs e o livro também e toda uma paixão que só cresceu mais e mais e mais.

Até que no final de 2008 ela se juntou a nós, Fã-Clube Skankarados e começou a acompanhar os shows e os compromissos da banda com a galera mais Skankaradamente maluca desse país. Hoje, a galera do Skank representa uma amizade fiel para a Jujuba. Se ela está triste, é com Skank que ela melhora. Se está feliz, ouve Skank e extravasa. E como diretora do Fã-Clube Skankarados com certeza ela será mais alguém que você vai encontrar em todos os shows e com quem vai pular, cantar e se divertir, ao som da melhor banda do Brasil.

Rafael Levi

Rafal Skank e Haroldo Ferreti

Rafael Levi começou a gostar de Skank em 2004, quando ganhou o primeiro CD da banda, o álbum independente, de aniversário (que presentão hein?). A primeira música de que gostou foi “Gentil Loucura” e daí pra frente foi só festa. O primeiro show da banda que o Rafa Skank (codinome do amigo Skankarado) foi aconteceu no dia da estréia do Fã-Clube Skankarados! Isso mesmo, dia 08 de novembro de 2008, o Rafa já estava lá, quase que predestinado a participar dessa diretoria doida e incondicionalmente fã. Desde sempre, o menino presta mais atenção no Haroldo Ferreti. É que o nosso Rafa é baterista a quatro anos e, assim como a Jujuba, observou em um instrumentista Skank um cara que lhe traria inspiração e que usa muito bem a sua técnica.

Mas não é só a paixão por um instrumento e a dedicação Skankarada que o Rafa e a Jujuba têm em comum. Eles estão sempre nos shows com a gente, estão sempre por perto, acompanham a banda de pertinho e com um amor incondicional digno de um Skankarado. E é por isso que eles foram indicados e aceitaram o convite para liderar, junto à Ísis, à Rakky e ao LG a diretoria mais Skankarada desse país: Sejam benvidos!

VOCÊ NÃO ESTÁ ENTENDENDO NADA? O que é que está acontecendo aqui? Cadê o Thi e a Rê?

Não gente, a gente não brigou! Aliás, muito pelo contrário, nós amamos aqueles dois! O Thiago Mello e a Renata Del Nero foram, são e serão para sempre membros da primeira leva da Diretoria Skankarada. Mas ambos, um lá nos mundos de Taubaté e a outra lá em Botucatu, cidades distantes da muvuca Skankarada e que deixam nossos amigos cheios de tarefas extras, precisaram de um tempo para organizar suas vidas. E como a diretoria Skankarada é de todos nós, cederam suas vagas a duas pessoas que eles também sabem, poderão dedicar mais tempo a esse sonho construído e forte que é de todos nós.

A diretoria Skankarada é assim. Sempre que houver espaço e necessidade, um novo membro entrará para a diretoria. Quando for necessário também, um de nós poderá sair da diretoria e ser substituído. A coisa é que o Fã-Clube é de todos nós e todos nós somos donos e proprietários desse espaço. A diretoria só existe para organizar tudo e deixar as coisas da melhor forma para que todos nós, fãs do Skank, tenhamos em mãos tudo o que precisamos para manter esse amor ainda mais incondicional.

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DVD EM 2010??? POIS É, PARECE QUE VAI SER EM MAIOOOO

Já pode começar a fazer a mala. Isso mesmo, porque parece que ano que vem teremos uma van partindo, em algum dia remoto de maio, para Minas Gerais, mais especificamente para o Mineirão. Fazer o quê lá? Ver, participar e enlouquecer na gravação do DVD do Skank.

E porque falamos em maio? Bom, a notícia vem do jornal “A Tarde” e só menciona o mês. Seja lá o dia em que for, a galera já está combinando tudo no Twitter, com direito a convite especial da galera do FC Skanbelô.

Leia mais aqui.

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Vote Skank no Prêmio Quem

Já entendeu o recado né?

Já falamos demais por hoje? Pois é!

Até mais galera!

Equipe Skankarados

E nós comemoramos!

Um ano desse Fã-Clube que é a coisa mais linda das nossas vidas! Um ano desse Fã-Clube que nos deixa orgulhosos de dizer que somos SKANKARADOS. Um ano desse Fã-Clube que reune uma galera muito bacana para curtir junto os shows da MELHOR BANDA DO BRASIL, o SKANK, é claro!

Celso e Chico: simplesmente incríveis

Vejam lá no nosso Flickr ou no nosso Orkut as fotos da apresentação do Chico Amaral e do Celso Moreira.

NOVA CAMPANHA – MELHOR BANDA NO 3º PRÊMIO QUEM

A Revista Quem Acontece realiza em 2009 a 3ª edição do Prêmio Quem, que elege os melhores de 2009 em diversas categorias.

É claro que o Skank está nessa, concorrendo ocmo melhor banda! E também é claro que você, fã Skankarado, vai dar uma mão pra os nossos meninos levarem mais esse prêmio pra casa e fecharem super bem esse 2009 brilhante.

Vote agora mesmo. Clique aqui.

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Passada rápida por aqui. Para quem ama vídeos, alguns trechinhos do “Homenagem ao Artista” do programa Raul Gil.

Saideira

Vou Deixar

 

Beijãos da Rakky

Pois é, depois de mais de um mês sem atualizações por aqui, viemos para comemorar!

Sim, sim, sim, no próximo dia 8/11 nosso FÃ-CLUBE SKANKARADOS completa um aninho de idade.

E para comemorar de forma super especial, que tal aparecer com a gente no show do compositor mais Skankarado do Brasil? Sim, sim, sim, estamos falando dele:  Chico Amaral

Serviço:

Duo Chico Amaral e Celso Moreira – Sax e violão
Local: Casa do Bandeirante – Abertura exposição “Guerra dos Emboabas”
Endereço: Praça Monteiro Lobato s/n – Butantã. São Paulo SP
Horário: 11h
Preço: Grátis (saiba mais)

E aí, nos vemos lá? Juntamos os Skankarados, vemos o Chico tocar e comemoramos juntos essa vitoria tomando um lanche na Cidade Universitária!

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Mas é claro que as nossas comemorações não ficam por aí!

A Skankarada Rakky vai preparar um vídeo comemorativo pra gente. Mas é claro que ela precisa da sua ajuda! Então, vai lá: manda para o nosso e-mail fc.skankarados@gmail.com as suas melhores fotos de shows do Skank que você viu em São Paulo no último ano. As fotos vão para o vídeo especial que estará disponível no nosso canal do Youtube e aqui no nosso blog até o fim desse mês.

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MOMENTOS INESQUECÍVEIS

Durante esse um ano de caminhada Skankarada, nós vivemos momentos muito especiais. Alguns deles são relembrados aqui.

*MENSAGEM NA SKANK WEB-RÁDIO*

Quem é que não se lembra do sorteio dos 10 fãs que gravaram suas mensagens de natal para a Skank Web-Rádio? Pois é, desses 10 fãs, três têm ligações diretas ou indiretas com o Fã-Clube Skankarados. São eles a Ísis, a Rakky, a Shirlei e o Roberto.  As duas garotas você já sabe, são parte da diretoria criadora e mantenedora desse Fã-Clube. A Shirlei acompanha a nossa caminhada de pertinho e está sempre presente em quase todos os shows. O Roberto, não é parte da diretoria nem cadastrado oficialmente, mas acompanha todos os shows de São Paulo com a turma Skankarada e nos fornece em primeira mão informações quentíssimas, quando as conhece, além de ter grande participação na motivação das nossas campanhas.

Se você não se lembra do que esses Skankarados de coração disseram ano passado na Skank Web-Rádio clique nos links abaixo e relembre.

Todos os áudios [e muiotos outros] estão disponíveis na comunidade Skank Downloads.

*GRITO DO SAM – SHOW NO CITIBANK HALL – 30/5*

Quem não comemorou aquele “Vamo subir Skankarados” com a alma realmente não sentiu toda aquela emoção. Foi incrível ver o Sam gritando o nome do nosso fã-clube no meio da execução de “Beleza Pura”. A Skankarada Thaís Bruin salvou o dia e registrou esse momento, que ficará pra sempre na nossa memória. Relembre:

*CAMPANHAS SKANKARADAS – FORÇA PARA OS NOSSOS MINEIROS*

Você que votou todos os dias no Prêmio Multishow, no VMB,  e em todos os outros prêmios aos quais o Skank concorreu nesse ano tem a sua vitória garantida. O Skank arrecadou muitos prêmios esse ano, entre eles o Multishow de Iniciativa e o VMB de melhor clipe. Nossas campanhas no Twitter, no Blog, nas comunidades do Orkut levaram esse resultado pra nossa banda favorita!

Comemore. Você faz parte disso.

*UM DOS MELHORES FÃ-CLUBES DO BRASIL*

E não é que os meninos resolveram que nós, com menos de um ano de estrada, somos um dos melhores fã-clubes do Brasil? Isso é o reconhecimento máximo da banda que nós mais amamos, exposto pra quem quiser ver, nos nossos twitters! O “Ontem foi show” se refere a presença da Ísis, do Rafa, da Shirlei, da Jaqueline e da Juliana no show do Skank com a Paula Toller.

*SKANKARADOS NOS DIALETOS DA BANDA*

E não é que a palavra “Skankarados” passou a fazer parte do vocabulário da banda? Pois é, quem nos viu, quem nos vê. Tanto que em uma postagem promocional do blog oficial, a galera da produção Skank usou o termo “Skankarados” pra definir todos os fãs. Caramba, é muita felicidade junta!

A gente nem tem o que comemorar né?

Mas isso tudo é resultado de um hiper trabalho em equipe, do amor incondicional que nós sentimos pela melhor banda do Brasil e por cada um de seus integrantes e toda a produção. Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zanetti, Haroldo Ferreti, Doca Rolim, Pedro Aristides, Paulo Márcio, Vinícius Augustus, Milke, Rodrigo, Camila e tantos outros nomes da galera que fez e faz essa banda acontecer ontem, hoje e sempre. Lembrar de Skank é lembrar de todos vocês, individual e coletivamente, e é lembrar que nós, fãs Skankarados somos muito mais felizes por viver em um mundo onde o Skank existe, faz o maior sucesso e faz parte das nossas vidas.

Sem o Skank, nossas vidas seriam menos completas. E é pela existência do Skank que nós somos os Skankarados!

Abraços, beijos e parabéns para todos nós!

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